terça-feira, 17 de setembro de 2013

MÚSICA NACIONAL, UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL



Crescer é realmente uma merda. Toda a diversão que nós planejamos sempre é adiada por causa de algum compromisso deste maçante mundo dos adultos. Diversão como escrever as postagens que eu planejo para o meu humilde e desconhecido blog. 
Setembro é o mês dos X-men e eu estava planejando uma homenagem para o melhor grupo de super heróis da Marvel, mas como não tive tempo para isso (um artigo desses precisaria ser melhor planejado), que tal falar sobre um assunto mais fácil e mais comum para todos os que porventura leiam as minhas postagens.
Então falaremos hoje sobre a música brasileira. Este post vai fazer uma análise comparativa sobre a situação do repertório nacional que aliás é tanto criticado pela maioria dos ouvintes e eu sou um deles, aliás, um dos mais ferozes críticos, diga-se de passagem. Atenção, eu sou da paz, não levem a sério tudo o que eu digo.
Para esta análise vou separar os estilos musicais pelos mais conhecidos, isto é, Rock, Samba, Pagode, Axé, Funk (eca), Gospel (eca²), Sertanejo e a boa e velha MPB e eu vou falar sobre as épocas em que os apreciei, quero dizer, anos 80, 90 e 2000, até hoje. Por isso, se alguém mais velhaco sentir que faltou algo, já sabem o motivo. 
Então vamos nessa, nerds amaldiçoados (mode Melhores do Mundo on). E estejam preparados, pois este post é IMENSO...


Rock


Abrindo um parênteses para dizer que esse é o meu estilo favorito. Sempre me considerei um roqueiro, fanático por heavy metal, mas eu curto de tudo um pouco do vasto repertório de estilos musicais, sou bem eclético. Tendo eu nascido nos anos 80, devo dizer que tive uma infância e adolescência muito bem servida pelo nosso rock nacional. Era um estilo que eu realmente curtia, mesmo tão criança a ponto de não compreender as letras. Foi de fato a década perdida que favoreceu à formação das bases de uma música engajada nas causas sociais e políticas, levando em conta que o país havia acabado de sair da opressão de uma ditadura e com a euforia das "diretas já", essa influência é bem marcante nas letras que nossas queridas bandas de roqueiros doidões (no bom sentido) traziam para os jovens.
Naquela época tínhamos os por exemplo Engenheiros do Havaí, com a música "Era um garoto", com uma letra forte, marcante, aliás, como todas as letras dessa banda que foi uma das minhas preferidas. 

                           

Alguém aí consegue imaginar alguma banda atual com alguma letra e arranjos como estes?
Da mesma época foi Legião Urbana do eterno Renato Russo. Muitas pessoas que eu conheço hoje criticam um pouco das letras desta banda, mas eu acredito que é uma questão de gosto, embora para algumas pessoas simplesmente falte a sensibilidade para curtir esta banda.

                            

QUE PAÍS É ESSE?
Esse tinha que ser o nosso verdadeiro hino nacional.
Outra grande banda foi o Barão Vermelho. E quando falamos dela é impossível não lembrar do Cazuza. Ele foi uma figura polêmica e, por que não, inesquecível.

                           

E o que dizer da música "Senhores" dos Titãs? Segue.

           

Caramba! A realidade dessa música infelizmente continua bem aqui.
E para finalizar sobre as bandas de rock nacional, segue aqui "Autoridades" de Capital inicial.

                             

Foi na década de 80 que também eu conheci o verdadeiro rei do rock, Raul Seixas. Certamente chamado de agitador durante a ditadura militar, como todos os grandes poetas da época.

                              

"Ouro de tolo". Parece até que ele escreveu essa música para mim.
O que aconteceu depois disso? Bom, eu ainda era criança no começo dos anos 90 e não me incomodava a irreverência dos Mamonas Assassinas (a música Débil Metal passava uma crítica interessante), mas foi infelizmente por volta de 1995 que o rock começou a perder força. Um minuto de silêncio para o rock.
Acho que não vou me aprofundar muito nesse assunto pois ele já se desgastou. Vamos deixar que o Marcelo Adnet e companhia expliquem resumidamente.

            

Valeu por dizer a verdade, Adnet. É por isso que vocês são os meus heróis.
A cultura Emo dominou tudo, de modo a nos fazer espumar de ódio com esse "rock" mela cueca. Depois veio os Coloridos, como satirizado no vídeo acima. Nos dias de hoje, algumas pessoas até se confundem e se perguntam se os Emos são tristes ou felizes. A verdade é que os Coloridos conseguem ser ainda mais escrotos do que o movimento o qual provavelmente lhes deu origem. O que há com essa juventude? Graças a Deus não sou mais moleque. 
Em uma entrevista recente, o grande Dinho Ouro Preto, vocalista da banda Capital Inicial, fez a seguinte declaração: "O problema destas bandas coloridas são as letras". Pois é, ele tem razão, mas será que esse é o único problema? Olha só o que aconteceu com a nossa juventude. Dinho foi muito bonzinho na sua crítica.
E agora, o que ficou do movimento no Brasil? Nada. Até os Coloridos sumiram. Então, se esse era o objetivo deles desde o começo, devo dizer que conseguiram. O rock nacional morreu mesmo.
Muitos tempo antes já nos alertavam os Ramones...

                            

Muito foda. Além de roqueiros, esses caras também eram profetas ("We need change, we need it fast, before rock's just part of the past"). E a morte do rock não foi só no Brasil, mas no mundo inteiro.

Obs: Por mais que eu curta o som dos anos 80, isso não significa que eu apoie as ideias esquerdistas que dominavam o sentimento de certas bandas e cantores da época (tipo um RPM da vida), que fique bem claro! Se isso é ser reacionário, pode me chamar de "reaça". O grande mal do brasileiro de hoje é não aceitar quem tem opinião.
 
Rap


Confesso ter esquecido completamente deste estilo. Ele foi muito popular principalmente durante os anos 90. Era comum um certo preconceito com o tipo musical, principalmente pelos mais velhos, que costumavam relacionar o estilo com a delinquencia juvenil.
Nunca foi um estilo que me encantou por assim dizer, mas eu gostava muito das letras das músicas de uma banda chamada Racionais.

                             

Este era o clipe favorito de meu irmão e eu nos tempos em que víamos MTV juntos, isto é, quando ainda era uma emissora de clipes musicais de verdade.
Acho uma grande besteira esse preconceito com a música que veio da periferia. Era um estilo autêntico e esses bandas tinham muito a dizer, era algo que despertava a consciência do jovem.
E ainda tinha Gabriel, o pensador. Ele podia não cantar o meu estilo favorito de música, mas mesmo assim foi um dos cantores que eu mais curti na infância e adolescência.

                             

Esse clipe é hilário, assim como a música. Quer dizer, é assustador ver que o Brasil não mudou nada da realidade mostrada nesta música de mais de 20 anos atrás. Muito legal a irreverência que ele passava nas letras, além do alerta que ele fazia com relação as injustiças sociais. 
Agora eu me pergunto: o que aconteceu com o rap? Desapareceu? Eu na verdade ouvi algo novo recentemente e sinceramente não gostei, nada que se compare com estes grandes clássicos. Bom, é só minha opinião.

Samba/Pagode/Axé


Deixei os três juntos porque aqui começa uma polêmica pessoal. 
Apesar de ser um brasileiro apaixonado pelo meu país, estes típicos estilos nacionais nunca despertaram muito do meu interesse. Com relação ao samba não tenho o que falar, porque não entendo dele e ainda não gosto de Carnaval. O samba está aí, vivo e forte, mas não posso falar com propriedade dos músicos de hoje e os do passado.
Pagode é um outro estilo que não sei bem como falar. Hoje quando eu lembro do passado penso que era um bom estilo quando cantado por músicos tradicionais como a banda Fundo de Quintal e eu me divertia com as letras do Molejo (cara, que vergonha ter que dizer isso). O legal é que como agora moro perto da praia, sempre que dou uma caminhada pelo calçadão aos domingos, vejo os quiosques cheios de músicos tocando as antigas canções para todos ouvirem. Isso trás uma nostalgia e até me faz querer me juntar àquela bagunça (acho melhor aprender a tocar esse meu violão primeiro).
Axé por outro lado é um estilo que desapareceu quase totalmente e para mim não faz muita falta, embora eu goste de lembrar de algumas canções por simples nostalgia. Já na década de 90 o Axé começou a ficar ruim, com aqueles "mexe a bundinha", "vai descendo, vai subindo". Com todo o respeito ao Chiclete com banana, cujo vocalista decidiu deixar a banda recentemente.
Por volta de 1995, o rock nacional e a MPB estavam com os dias contados e foi aí que surgiu um tal de "pagonejo" (uma mistura de pagode com sertanejo), foi por esta época que o axé se consolidou também. Gera Samba era até bom ("Gera... ooô... Vem do amor... aaá..."), mas quando lançaram o tal "Segura o Tcham", putz, foi só caindo até que virou um lixo total. Aliás, as bandas da época tinham uma mania tosca de criaram dancinhas do momento como a dança da bunda, a do robô, a da garrafa, a do pimpolho. Cara, era ruim de mais. E o pior é que fazia sucesso e grudava feito carrapicho (opa, acho que lembrei de outra banda tosca).
Só acrescentando, os anos 90 foram muito bons para o Reagge.
Tinha o Cidade Negra...

                             

Foda. Rolou uma lágrima masculina pelo meu rosto envelhecido. Ela fala de uma realidade que eu nunca deixei de desejar para a minha vida. Essa era a minha música favorita na época em que foi lançada.
Outras banda legais que seguiam o mesmo estilo eram o Rappa e ainda o Skank...

                            

Queria ter achado o clip real da música Garota Nacional. Ele era bem mais... marcante (rá, rá).

Funk/Gospel


Nossa, como eu vou falar disso sem parecer muito ofensivo? Ah, quer saber, dane-se, este artigo tem mesmo a intenção de ser ofensivo. Para começar, um comentário: Sempre que lançam um novo celular no mercado, eu já começo a imaginá-lo tocando música alta e ruim dentro do ônibus. Pronto, falei resumidamente destes dois estilos.

O funk é um estilo que conheci desde muito cedo. E desde que o escutei pela primeira vez, já ouvi também sobre o preconceito que ele sofre. De fato, assim como o rap, o funk sempre foi associado a delinquencia juvenil, embora em um grau ainda mais extremo. Mas, no caso do funk, posso dizer que é justificável, em vista do que todos nós sabemos o que acontece dentro dos chamados bailes funk.
Bom, qualquer generalização é preconceito. E todo o preconceito não presta, mesmo eu confessando ter vários deles. Mesmo o funk tem (ou pelo menos tinha) algumas letras que marcaram uma geração. O caso é que as pessoas já tem um preconceito embutido contra o estilo simplesmente pelo fato dele ter surgido nas periferias.

                               

Funk? Com letra? Com compromisso social? Só na minha época!
Mas quando eu lembro que já no meu tempo tinha aquela "Dan-Dan-Dança, Dan-Dan-Dança do gorila... ho ho ho ho ho hô", as vezes parece que esse funk do vídeo acima foi o único bom. 
Sacanagem, eu também gostava daquela "Ele era funkeiro, mas era pai de família". Sim, meus amigos, o funk também já foi bom. Embora, já na minha época tenham surgido as primeiras aberrações de musiquinhas cheias de putarias e ruídos sem sentido e desagradáveis. Hoje tem aquela "É o Patatiiiiiii... É o Patataaaa". Socorro, alguém dê um fone de ouvido para aquele funkeiro filadaputa no banco de trás do ônibus!!!!
Agora sobre o Gospel... Caros leitores, eu deixei estes dois estilos juntos porque... bem, eu os odeio igualmente. São estilos que estão em alta atualmente, ocupam agora um espaço na mídia, na televisão, que antigamente não tinham, infelizmente, tornaram-se populares, e o pior de tudo, os apreciadores do Gospel são tão sem noção quanto os funkeiros com relação a perturbar a paz e o silêncio de seu vizinho.
Antes que alguém me chame de intolerante religioso, não sou obrigado a gostar desse som e, uma vez que ele tenha saído dos templos para ser comercializado, deixa automaticamente de ser um meio de adoração e pode ser sim criticado. Suas letras são piegas, provocativas, os cantores e cantoras parecem ter todos a mesma voz e a melodia é chata e dói os ouvidos. Pronto, falei!
O engraçado disso tudo é que conversando com um amigo de longa data dias desses sobre como eu curti a canção da JMJ, ele me abriu os olhos dizendo que aquilo era o estilo Gospel de se cantar. Então o maior problema desse Gospel que domina os celulares dos crentes sem noção ou os rádios postes de algumas cidades talvez seja mesmo as letras e as vozes insuportáveis dos seus cantores, ou simplesmente o fato do volume estar sempre alto demais, assim como o funk. Um dos maiores males do homem moderno: ele parece não tolerar o silêncio.
Será que o Gospel já foi bom no Brasil? Já! Quando era criança gostava muito do Nelson Ned e... Ah, ele era legal! O Elvis Presley também tinha umas músicas que... Caraca, mas aqui já não é mais nacional.
Enfim, não gosto destes estilos mesmo. Não tenho nada contra quem gosta, mas sabe ouvi-lo, isto é, respeitando o espaço dos outros. Então vamos entrar na campanha: 




Meu sonho é um letreiro desses nos ônibus que eu pego.


O recado está dado. Valeu, tio.

O tenso é que essas pessoas realmente não se tocam. Parece que somos mesmo obrigados a suportar esse som torturante dentro dos ônibus, ou em casa ou no trabalho, dependendo do tipo de pessoas com quem você convive. E para esses sem noção, que ignoram estes pedidos educados, só tenho uma coisa a dizer:


Assim eles aprendem. Atenção, é só uma brincadeira. Este blog não incentiva a violência contra qualquer que seja. Não custa nada sempre lembrar aos nossos leitores.

Sertanejo


Já toquei no assunto uma vez aqui neste blog. É um tanto constrangedor para muitas pessoas assumir que gostam de sertanejo. É um outro estilo musical que também sofre diversos tipos de preconceito. Alguns dizem que é música de corno, que os cantores só sabem falar sobre dor de cotovelo e ainda por cima com aquelas vozes agudas. Mais uma vez também entra aqui o preconceito das elites. O sertanejo tem origem no interior do Brasil, no campo, também é um estilo autêntico.
Uma vez vi uma entrevista com a dupla Zezé de Camargo e Luciano. E aqui Zezé contou que, quando criança, uma professora pediu para cada aluno na sala de aula falar o nome de um cantor que gostasse. O Zezé respondeu Sérgio Reis e todos os seus coleguinhas zombaram dele por confessar que gostava de música sertaneja.


                        

O Zezé de Camargo também disse que não entende por que tanto preconceito com o sertanejo que é uma canção tão pura. E eu concordo com ele. Sérgio Reis foi um dos maiores sons da minha infância. Realmente tinha uma pureza e leveza que não são mais valorizadas na nossa sociedade.
Eu também curtia outras canções do sertanejo clássico. E até brincava de imitar os cantores.


                       

Este vídeo é uma raridade e tanto. O Jair Rodrigues é muito comédia e esta música é a minha favorita de Chitãozinho e Xoxoró.


                        

É meio depressivo para alguns, mas é muito bonito. Que saudades dessa dupla.
E é claro, falando de Leandro e Leonardo, não podemos nos esquecer do melhor de todos...

                          

Carlos Moreno é tão foda que ainda vai ganhar um artigo inteiro só para ele neste blog. Ah, os tempos da inocência na televisão. Good times, good times.

Bem, mas o que aconteceu com o sertanejo nos dias de hoje. É, meus amigos, ele morreu, é trágico, muito trágico. Outro estilo que domina as paradas do mau gosto, junto do funk e do gospel, é um tal sertanejo universitário. E que merda é essa? De onde surgiu esse fenômeno? Não sei explicar. Gosto da definição que uma vez vi na desciclopédia, na qual o sertanejo universitário é descrito como uma espécie de sertanejo misturado com emo. Embora eu não veja nada de sertanejo clássico ou emo neste estilo. Bom, talvez de emo tenha as atitudes dos cantores e dos seus fãs. Mais uma vez, é só uma opinião. Ninguém deve sofrer bullying por ter um gosto musical diferente, por mais estranho que ele seja.
O sertanejo universitário é uma praga que infelizmente consolidou-se no gosto popular. Musiquinhas bestas, sem letras, cantores enjoados, fãs insuportáveis. Uma constante nas letras desse estilo são as onomatopeias. Já viram? Exemplos: "Tchu, tchá, tchu, tchá", "tchê, tchê, tchererê, tchê, tchê, tchererê". Que isso? Assim você força a amizade!
O mesmo amigo de quem falei antes tem uma opinião de que o sertanejo universitário consegue ser pior do que o funk. E isso porque pelo funk todos já tem um preconceito embutido, enquanto o sertanejo universitário que não tem letras muito diferentes não consegue chocar tanto as pessoas e é isso que o faz pior. Faz muito sentido.

            

Eu amo esse desenho. Especialmente esse episódio que é o mais show de todos. Alguém aí acha que esse desenho contou alguma mentira? É a mais pura realidade em todos os sentidos. A indústria nacional de animação está de parabéns por Gui e Estopa.

MPB


Aqui vamos apenas lembrar do que foi esse estilo do cancioneiro nacional. O que começou como uma continuação da Bossa Nova na década de 1960, seus propósitos e engajamentos acabaram misturando-se aos movimentos contra a repressão do regime militar. A MPB, como ficou conhecida, depois englobou vários outros estilos musicais. Eu sempre fui um grande fã, mas nunca conheci muitas pessoas da minha idade que gostassem disso. Sempre ouvia piadinhas cretinas sobre o estilo musical, mas eu confesso que também tem alguns músicos chatos deste movimento. Aliás, quem ainda consegue engolir o Chico Buarque? E não falo de suas canções, longe disso, mas sim por ser um militante partidário, um dos tipos de pessoas que mais me irritam (do tipo, abaixo a ditadura e viva a Fidel Castro, ditadura do meu partido pode, o resto é repressão!).
Agora aumente o som e curta aí o 14 Bis, com participação especial de Samuel Rosa.


                            

Milton Nascimento. Escutei muito de suas músicas no colégio. Esta aqui então...

                            

Que saudade. Eu falei da escola. Fico pensando como seria se não tivesse vivido aquela época. As aulas de Português eram bem mais divertidas utilizando as canções destes grandes artistas.

                           

Não posso deixar de postar um clipe com o meu cantor favorita da MPB e da música nordestina, o grande Zé Ramalho. Não palavras para este vídeo. É simplesmente lindo.

Então é isso o que eu queria passar para meus leitores. Saudades dos tempos em que os músicos eram músicos e tinham algo para dizer, para denunciar, alertar. É disso que a juventude de hoje carece.

                           

Esse vídeo é sensacional!
Acabei colocando outro vídeo do bom e velho rock clássico porque nunca é demais, verdade.


Saudades dessa turma, ainda mais num cenário hoje dominado pelos Michel Telós da vida.


Deve ser bem mais triste para quem acompanhou toda essa transição. Isso faria Charles Darwin repensar a evolução. 


Ficamos por aqui por hoje. Espero que tenham curtido o artigo e deem sua opinião ou alguma ideia para postagens futuras. E só para encerrar...    


          

É brega? Todos nós somos um pouco bregas. Mulheres, valorizem mais os homens assim, esse cara sou eu.


2 comentários:

  1. Brilhante cronica. Espetacular comparação dos tempos em que música podia se chamada de "musica".

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigado por ler e também pelo comentário!

      Excluir